Pró Monarquia - Site Oficial da Casa Imperial do Brasil
Placeholder image

Almoço Monárquico no Nacional Club

No próximo dia 23 de novembro de 2018, sexta-feira, às 12h30m, será realizado Almoço Monárquico, no Nacional Club, Pacaembu, São Paulo, Capital, com a presença de membros da Família Imperial. Para confirmar sua presença, enviar-email para geraldo.winter@gmail.com informando seu nome e de seus convidados.

ríncipe Dom Bertrand, no dia 20.03.17, ministrou palestra intitulada “Brasil: Passado Glorioso e Futuro Promissor”, na Cidade de São Vicente, no litoral de São Paulo.

O evento, promovido pela Prefeitura Municipal de São Vicente e pelo Instituto Histórico e Geográfico do Município, teve lugar na heráldica Casa do Barão, na Rua Frei Gaspar, 280, contando com a presença de numeroso público bem como das autoridades locais.

Foi uma ótima oportunidade de reunir monarquistas do litoral de São Paulo e de difundir o ideário monárquico entre os presentes.

 

Concerto de Natal 2018

No dia 15 de dezembro de 2018, sob os auspícios de S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, será realizado o Concerto de Natal, no Santuário Sagrado Coração de Jesus, nos Campos Elíseos, em São Paulo, Capital, a partir das 19h00, com a presença dos membros da Família Imperial e de todos os Amigos da Monarquia.  

Clique e Assista!

ríncipe Dom Bertrand, no dia 20.03.17, ministrou palestra intitulada “Brasil: Passado Glorioso e Futuro Promissor”, na Cidade de São Vicente, no litoral de São Paulo.

O evento, promovido pela Prefeitura Municipal de São Vicente e pelo Instituto Histórico e Geográfico do Município, teve lugar na heráldica Casa do Barão, na Rua Frei Gaspar, 280, contando com a presença de numeroso público bem como das autoridades locais.

Foi uma ótima oportunidade de reunir monarquistas do litoral de São Paulo e de difundir o ideário monárquico entre os presentes.

 

A Jornada dos Príncipes

 

No dia 19 de agosto de 2018, em Jacareí – SP, realizou-se, com a presença do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, a Cerimônia de Lançamento do Projeto “A Jornada dos Príncipes”Essa Jornada comemora a viagem a cavalo realizada pelo Príncipe Dom Pedro do Rio de Janeiro à província de São Paulo. Nessa viagem,  vilas e povoados do Vale do Paraíba acolheram a comitiva real, cederam Paços do Concelho para audiências e despachos do Príncipe e forneceram as pessoas para a formação de uma Guarda de Honra, oficializada na Vila Real de Nossa Senhora do Bom Sucesso de Pindamonhangaba, no dia 20 de agosto de 1822. O Vale do Paraíba foi a única região no Brasil a participar diretamente dos acontecimentos que culminaram com a separação do Reino do Brasil do Reino de Portugal, no dia 7 de setembro de 1822, na colina do Ipiranga. Ali estavam naquela tarde histórica os valeparaibanos, testemunhas oculares do gesto de Dom Pedro, criador do Império do Brasil. Essa viagem, iniciada em 14 de agosto de 1822 no Rio de Janeiro e encerrada em São Paulo em 25 do mesmo mês, teve papel decisivo no processo final da Independência, iniciado com a volta da Família Real portuguesa e a ascensão do jovem Príncipe. Seguindo os passos de Dom Pedro, os Príncipes brasileiros e comitiva farão novamente, a partir de 2018, esse caminho para a Independência do Brasil. Visitarão locais por onde Dom Pedro passou e  neles haverá palestras, conferências, debates e encontros de cunho histórico e cultural. Visitarão cada cidade da jornada de Dom Pedro. Começa-se assim a comemorar, em contagem regressiva, o Bicentenário da Independência do Brasil.

I Encontro Monárquico de São Paulo

No dia 8 de setembro de 2018, no Nacional Club, realizou-se o I Encontro Monárquico de São Paulo, com a presença do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança e de numerosos monarquistas do Estado de São Paulo e da Capital. O Evento contou com um tradicional almoço tropeiro em homenagem à viagem realizada a cavalo pelo Príncipe Dom Pedro, que partiu do Rio de Janeiro, passando pelas fazendas do Vale do Paraíba, e culminou em São Paulo, às margens do Ipiranga, a 7 de setembro de 1822, com o brado retumbante da Independência do Brasil.

ríncipe Dom Bertrand, no dia 20.03.17, ministrou palestra intitulada “Brasil: Passado Glorioso e Futuro Promissor”, na Cidade de São Vicente, no litoral de São Paulo.

O evento, promovido pela Prefeitura Municipal de São Vicente e pelo Instituto Histórico e Geográfico do Município, teve lugar na heráldica Casa do Barão, na Rua Frei Gaspar, 280, contando com a presença de numeroso público bem como das autoridades locais.

Foi uma ótima oportunidade de reunir monarquistas do litoral de São Paulo e de difundir o ideário monárquico entre os presentes.

 

Aclamação da Família Imperial

Em 6 de janeiro de 2018, monarquistas foram às ruas em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Alagoas, Bahia e Ceará, empunhando Bandeiras para Aclamar a Família Imperial e mostrar que a restauração da Monarquia é a solução para a crise que aflige o Brasil. Em São Paulo, a Aclamação se deu na Sede da Pró Monarquia com a presença de Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, e de seu irmão Dom Bertrand, homenageados com o hasteamento de uma Bandeira do Império de 48 metros quadrados. O Corpo de Bombeiros deu suporte ao evento.

ríncipe Dom Bertrand, no dia 20.03.17, ministrou palestra intitulada “Brasil: Passado Glorioso e Futuro Promissor”, na Cidade de São Vicente, no litoral de São Paulo.

O evento, promovido pela Prefeitura Municipal de São Vicente e pelo Instituto Histórico e Geográfico do Município, teve lugar na heráldica Casa do Barão, na Rua Frei Gaspar, 280, contando com a presença de numeroso público bem como das autoridades locais.

Foi uma ótima oportunidade de reunir monarquistas do litoral de São Paulo e de difundir o ideário monárquico entre os presentes.

 

140x140

PALÁCIO GUANABARA: 120 ANOS DE INJUSTIÇA

Espera-se que em 2018 o Judiciário dê mais um passo para reparar a secular injustiça da tomada ilegal do Palácio Isabel, hoje chamado Palácio Guanabara, atual sede do governo estadual do Rio de Janeiro e antiga residência da Princesa Isabel. Esse é o caso mais antigo ainda em curso no Judiciário, completando 123 anos, desde a ação possessória movida pela Princesa Isabel e seu esposo, o Conde D’Eu, em 1895.

A Constituição de 1824, por meio de seu artigo 112, instituiu a dotação das Princesas da Casa Imperial do Brasil quando essas se casassem, prática comum à época. Em virtude do casamento da Princesa Isabel com o Conde d’Eu, promulgou-se, em 17 de julho de 1864, a Lei nº 1.217, instituindo a dotação.

Em 11 de outubro de 1864 formalizou-se o pacto pré-nupcial da Princesa Isabel e do Conde d’Eu. Dentre as disposições estava o fornecimento de trezentos contos de réis, pelo Estado brasileiro, aos Príncipes, para que com isso adquirissem prédios para residência.

Por meio dessa cláusula legal, o Conde d’Eu adquiriu, em 25 de janeiro de 1865, de José Machado Coelho e sua esposa, os prédios urbanos nº 4 e 6, assim como a chácara a eles situada, propriedades que dariam origem ao Palácio Isabel, residência oficial e particular da Princesa na cidade do Rio de Janeiro.

Com o golpe militar de 15 de novembro de 1889, a Casa Imperial do Brasil cessou de reinar e foi exilada pelo Governo Provisório dois dias depois. Em 1894, já durante a gestão Floriano Peixoto, em decorrência da Revolta da Armada, foi confiscado o Paço Isabel em nome do Governo Militar.

Embora as decisões judiciais fossem a de que o Governo Federal exercia sua posse ilegalmente, esse nada fez para as acatar. Assim, em 1895, a Princesa Isabel e o Conde d’Eu ingressaram com a ação possessória que dá origem ao processo que corre ainda hoje.

Leia o texto

Casa Imperial do Brasil

Nota de Dom Luiz sobre o incêndio do Palácio de São Cristóvão

O Domingo, dia 2 de setembro, ia declinando, quando o País foi surpreendido por um incêndio catastrófico que não colheu vidas, mas que incinerou, em suas chamas inclementes, memórias e documentos históricos, muitos deles preciosos e únicos.

As imagens do Paço de São Cristóvão, na beleza de seus traços arquitetônicos, envolvido pela luz avermelhada das chamas e da fumaça resultante dos preciosos objetos consumidos pelo fogo, era uma imagem simbólica. Um símbolo acabado dessa imensa destruição que políticos, homens públicos, intelectuais e outros vêm empreendendo, há décadas, contra o edifício da brasilidade.

Naquele Palácio, há precisamente 196 anos, no dia 2 de setembro de 1822, a Imperatriz D. Leopoldina, reunido o Conselho de Estado, assinava como Regente o decreto de independência do Brasil.

Aquele edifício, além de ter albergado os monarcas, desde que aqui aportou a corte portuguesa e para cá transferiu a capital do Império luso, era um testemunho de inúmeros momentos decisivos de nossa História.

Eu, enquanto Chefe da Casa Imperial do Brasil, meus irmãos e sobrinhos, temos recebido inúmeras manifestações de dor e de pesar, de consternação e de inconformidade, de brasileiros estupefatos com os rumos dramáticos para os quais está sendo dirigido o País, rumos em meio aos quais o incêndio do Museu é um evento doloroso.

Tenho profunda convicção de que Deus rege os destinos da História dos povos. Muitas vezes permite Ele infortúnios que nos servem de alerta, nos despertam do letargo, nos chamam à emenda de nossos passos e nos convocam à ação.

A Terra de Santa Cruz foi atingida no seu coração. As cinzas desse desastre não são um acontecimento isolado, mas um dos ápices de uma obra demolidora, empreendida por ideologias funestas e alienígenas, de vozes enganadoras que disseminam sentimentos de discórdia e de convulsão. Vozes e ideologias que malsinam a hora em que as naus com a Cruz de Cristo abordaram nosso litoral, trazendo com os missionários as bênçãos, as promessas e as riquezas espirituais e culturais da Civilização Cristã.

Estou persuadido de que nosso povo, altaneiro, religioso e bom, nada tem de comum com estes enganos que de todas as partes se levantam.

Como legítimo descendente dos monarcas, que regeram nossos destinos enquanto povo, apelo aqui a todos os brasileiros de boa vontade, monarquistas ou não, que vencida a inércia, cortem o passo ao perigo que nos ronda, de modo que o Brasil possa continuar sua trajetória histórica, com energias vivificadas, sem conhecer as discórdias, as agitações e os morticínios em que foram submergidas tantas nações, e das quais o macabro incêndio do Palácio de São Cristóvão parecia ser uma imagem. Rogo a Nossa Senhora Aparecida que abençoe e proteja sempre nosso povo e nossa Nação.

São Paulo, 3 de setembro de 2018

Dom Luiz de Orleans e Bragança
Chefe da Casa Imperial do Brasil

Clique aqui para o download desta nota em formato PDF

ríncipe Dom Bertrand, no dia 20.03.17, ministrou palestra intitulada “Brasil: Passado Glorioso e Futuro Promissor”, na Cidade de São Vicente, no litoral de São Paulo.

O evento, promovido pela Prefeitura Municipal de São Vicente e pelo Instituto Histórico e Geográfico do Município, teve lugar na heráldica Casa do Barão, na Rua Frei Gaspar, 280, contando com a presença de numeroso público bem como das autoridades locais.

Foi uma ótima oportunidade de reunir monarquistas do litoral de São Paulo e de difundir o ideário monárquico entre os presentes.

 

NOTA ACERCA DOS TÍTULOS NOBILIÁRQUICOS

O Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, vem acompanhando com grande alegria o significativo crescimento das fileiras monárquicas, sobretudo por parte de jovens compatriotas que não tinham idade, quando ocorreu o plebiscito de 1993, para participar dos debates que então se realizaram. São na maioria estudantes, rapazes e moças, provenientes de todos os Estados brasileiros e pertencentes às mais diversas classes sociais. Sendo os ideais monárquicos por sua própria natureza atemporais e de permanente atualidade, é muito auspiciosa e enche de esperança a participação de tantos jovens.

Entre esses jovens que vêm enriquecer nossas fileiras, encontram-se por vezes nomes bem conhecidos na História pátria. São membros de famílias tradicionais, descendentes de personagens que, no Império, exerceram funções de relevo e até receberam títulos de nobreza de nossos Imperadores. Muitas dessas famílias mantiveram ao longo das gerações, mesmo depois de proclamada a república, fidelidade ao ideário monárquico e cultivaram relações com a Família Imperial. É, portanto, motivo de especial comprazimento para D. Luiz a participação em nosso movimento de descendentes dessas famílias, tão dignas da gratidão e da simpatia do Chefe da Casa Imperial do Brasil.

Há quem pergunte, e até com insistência, quais as intenções do Príncipe com relação à antiga Nobreza do Império. É sua intenção reconhecer ou revalidar antigos títulos e cartas de brasão?

Como esse tema é de interesse recorrente, D. Luiz pede que tornemos público o que invariavelmente declarou sempre que foi consultado a respeito.

Mantendo a mesma linha de conduta seguida desde 1889 pelos sucessivos Chefes da Casa Imperial do Brasil – D. Pedro II (1889-1891), Princesa Isabel (1891-1921) e D. Pedro Henrique (1921-1981) – D. Luiz nunca quis conceder, reconhecer ou revalidar títulos e cartas de brasão, e jamais autorizou que quaisquer pessoas ou entidades usassem o nome ou o prestígio da Família Imperial do Brasil para tal finalidade.

Entende S. Alteza que o maior título de glória dos brasileiros que portam sobrenomes ilustres é portá-los com a plena consciência de estarem cumprindo seu dever, em relação aos nossos ideais, em relação à Pátria e em relação aos ilustres antepassados dos quais provêm.

Mais ainda, entende D. Luiz que se aplicam a esses brasileiros, mutatis mutandis, servatis servandis, as mesmas graves obrigações morais que têm os nobres em geral e os príncipes em particular: mais do que direitos e regalias a serem fruídos, Principado e Nobreza significam responsabilidade e implicam em graves deveres. Esse o significado maior da nobreza, que requer espírito de renúncia e sacrifício, a ponto de o Papa Bento XV ter chegado a designar a condição de nobre como análoga à do sacerdote (Alocução ao Patriciado e à Nobreza Romana, 5 de janeiro de 1920).

Quando, num futuro que praza a Deus não esteja distante, o Brasil retome seu itinerário histórico restaurando a Monarquia, será então a hora aprazada para, de acordo com a legislação que então tiver vigência, serem recompensadas dedicações históricas de pessoas e famílias que com total desinteresse tiveram o mérito de uma prolongada e comprovada fidelidade aos nossos ideais. Antes disso, não teria sentido falar em recompensas, reconhecimentos ou concessões de títulos nobiliárquicos.

São Paulo, 15 de janeiro de 2018 José Guilherme Beccari Presidente da Pró Monarquia


II ENCONTRO MONÁRQUICO DE BRASÍLIA

No dia 21 de junho de 2018, realizou-se o II Encontro Monárquico de Brasília, por iniciativa do Movimento Brasília Capital do Império, no Centro Cultural de Brasília, na Asa Norte do Distrito Federal. Na ocasião, foi realizada homenagem pelo 80º aniversário do Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, que, impossibilitado de comparecer, foi representado por seu irmão, o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança. As palestras desse evento foram ministradas pelo Príncipe Dom Bertrand, pelo Prof. Dr. Cesar Barrio, diplomata e docente do Instituto Rio Branco, bem como pela Jornalista Débora Settim.


ACLAMAÇÃO DA FAMÍLIA IMPERIAL

Em 6 de janeiro de 2018, Dia de Reis, monarquistas foram às ruas em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Alagoas, Bahia e Ceará, empunhando Bandeiras para Aclamar a Família Imperial e mostrar que a restauração da Monarquia é a solução natural para a crise que aflige o Brasil. Em São Paulo, a Aclamação se deu na Sede da Pró Monarquia com a presença de Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, e de seu irmão Dom Bertrand, homenageados com o hasteamento de uma Bandeira do Império de 48 metros quadrados. O Corpo de Bombeiros deu suporte ao evento. A Pró Monarquia agradece, em nome da Família Imperial, aos participantes dos eventos de Aclamação em todo o País.

Dom Bertrand de Orleans e Bragança esteve no Estado de Santa Catarina, entre os dias 9 e 11 de março de 2017, representando a Casa Imperial do Brasil nas comemorações do Sesquicentenário de Fundação da Colônia Imperial Príncipe Dom Pedro.

Fundada em 10 de março de 1867, por imigrantes estadunidenses liderados pelo inglês Dr. Barzillar Cottle, nomeado por Dom Pedro II para formar uma colônia na confluência do Ribeirão Águas Claras com o Rio Itajaí Mirim, a região hoje corresponde aos Municípios de Botuverá, Vidal Ramos e Nova Trento.


I ENCONTRO MONÁRQUICO DA PARAÍBA

No dia 28 de novembro de 2017, realizou-se o I Encontro Monárquico da Paraíba, na Sede Social da Asplan, em João Pessoa, por iniciativa do Instituto Leão XIII. Estava prevista a participação do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, mas, infelizmente, Sua Alteza teve de cancelar sua viagem à Paraíba, seguindo recomendação médica, devido a uma forte gripe. Na ocasião, ministrou palestra Dr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca, analista político e assessor da Casa Imperial do Brasil. O Príncipe fez-se presente através de uma videoconferência, na qual falou das inegáveis vantagens do regime monárquico sobre o republicano e da necessidade de se restaurar a Monarquia no Brasil.


I ENCONTRO MONÁRQUICO DO MARANHÃO

No dia 28 de novembro, o Príncipe Dom Antônio de Orleans e Bragança, terceiro na linha de sucessão ao Trono, esteve em São Luís, onde foi convidado de honra do I Encontro Monárquico do Maranhão, realizado no Auditório Fernando Falcão da Assembleia Legislativa, por iniciativa do Círculo Monárquico de São Luís. Ao chegar, Dom Antônio foi bastante requisitado pelo numeroso público, conversando com os presentes e posando para fotografias. Depois das palestras, Dom Antônio fez o discurso de encerramento falando da inegável superioridade do regime monárquico, instando todos os presentes a continuarem trabalhando pela restauração da Monarquia no Brasil.

Dom Bertrand de Orleans e Bragança esteve no Estado de Santa Catarina, entre os dias 9 e 11 de março de 2017, representando a Casa Imperial do Brasil nas comemorações do Sesquicentenário de Fundação da Colônia Imperial Príncipe Dom Pedro.

Fundada em 10 de março de 1867, por imigrantes estadunidenses liderados pelo inglês Dr. Barzillar Cottle, nomeado por Dom Pedro II para formar uma colônia na confluência do Ribeirão Águas Claras com o Rio Itajaí Mirim, a região hoje corresponde aos Municípios de Botuverá, Vidal Ramos e Nova Trento.


I ENCONTRO MONÁRQUICO DO RIO GRANDE DO NORTE

No dia 25 de novembro, o Príncipe Dom Rafael de Orleans e Bragança, quarto na linha de sucessão ao Trono, esteve em Natal onde foi convidado de honra, como representante da Casa Imperial do Brasil, para o I Encontro Monárquico do Rio Grande do Norte, promovido pelo Instituto Filipe Camarão, no Auditório da Unifacex. O Príncipe proferiu palestra sobre a importância da realização daquele e de outros Encontros Monárquicos por todo o País, e sobre a necessidade de se restaurar o regime monárquico, o quanto antes, tomando por base os valores e diretrizes definidos por seu tio, o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil.

Dom Bertrand de Orleans e Bragança esteve no Estado de Santa Catarina, entre os dias 9 e 11 de março de 2017, representando a Casa Imperial do Brasil nas comemorações do Sesquicentenário de Fundação da Colônia Imperial Príncipe Dom Pedro.

Fundada em 10 de março de 1867, por imigrantes estadunidenses liderados pelo inglês Dr. Barzillar Cottle, nomeado por Dom Pedro II para formar uma colônia na confluência do Ribeirão Águas Claras com o Rio Itajaí Mirim, a região hoje corresponde aos Municípios de Botuverá, Vidal Ramos e Nova Trento.


X ENCONTRO MONÁRQUICO DE MINAS GERAIS

Entre os dias 13 a 15 de novembro, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança esteve em Belo Horizonte onde participou dos eventos relacionados ao X Encontro Monárquico de Minas Gerais. A programação teve início na noite do dia 13, com a recepção de Sua Alteza em sua chegada a Belo Horizonte. No dia seguinte, o Príncipe visitou o Museu da Força Expedicionária Brasileira onde se encontrou com veteranos da Segunda Guerra. A visita teve um significado especial, pois o Príncipe nasceu na França, durante o exílio, e seu pai, o Príncipe Dom Pedro Henrique, teve a oportunidade de se encontrar, na Cote d’Azur, com membros da FEB, logo após o armistício.

Dom Bertrand de Orleans e Bragança esteve no Estado de Santa Catarina, entre os dias 9 e 11 de março de 2017, representando a Casa Imperial do Brasil nas comemorações do Sesquicentenário de Fundação da Colônia Imperial Príncipe Dom Pedro.

Fundada em 10 de março de 1867, por imigrantes estadunidenses liderados pelo inglês Dr. Barzillar Cottle, nomeado por Dom Pedro II para formar uma colônia na confluência do Ribeirão Águas Claras com o Rio Itajaí Mirim, a região hoje corresponde aos Municípios de Botuverá, Vidal Ramos e Nova Trento.


EVENTO EM SANTA CATARINA

140x140

Evento Monárquico em Nova Trento

Leia o texto

Dom Bertrand de Orleans e Bragança esteve no Estado de Santa Catarina, entre os dias 9 e 11 de março de 2017, representando a Casa Imperial do Brasil nas comemorações do Sesquicentenário de Fundação da Colônia Imperial Príncipe Dom Pedro.

Fundada em 10 de março de 1867, por imigrantes estadunidenses liderados pelo inglês Dr. Barzillar Cottle, nomeado por Dom Pedro II para formar uma colônia na confluência do Ribeirão Águas Claras com o Rio Itajaí Mirim, a região hoje corresponde aos Municípios de Botuverá, Vidal Ramos e Nova Trento.


HERDEIROS DO PORVIR

140x140

Boletim periódico da Pró Monarquia.

Leia o resumo

O Boletim Herdeiros do Porvir tem como objetivo noticiar campanhas e eventos relacionados às atividades da Casa Imperial do Brasil.

Realiza também a análise dos fatos contemporâneos nacionais e internacionais à luz dos princípios monárquicos.

Ao mesmo tempo procura destacar que há uma corrente profunda e cada vez maior da opinião pública que dá sinais inequívocos de estar se libertando da tirania das utopias igualitárias, e que busca nos valores do direito natural uma inspiração sadia para o porvir.



XXVIII ENCONTRO MONÁRQUICO

140x140

80º aniversário do Chefe da Casa Imperial do Brasil

Leia o texto

No dia 2 de junho de 2018, na cidade do Rio de Janeiro, realizou-se o XXVIII Encontro Monárquico, no Salão Guanabara, do Windsor Flórida Hotel, no Flamengo.

No dia 3, domingo, houve a comemoração do 80º aniversário do Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança. A Missa em Ação de Graças foi celebrada na Igreja da Imperial Irmandade de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, no Rio de Janeiro, às 12 horas, seguida do almoço comemorativo realizado no salão Guanabara, do Windsor Flórida Hotel.


PALESTRA NO LITORAL DE SÃO PAULO

140x140

Palestra de Dom Bertrand em São Vicente

Leia o texto

O Príncipe Dom Bertrand, no dia 20.03.17, ministrou palestra intitulada “Brasil: Passado Glorioso e Futuro Promissor”, na Cidade de São Vicente, no litoral de São Paulo.

O evento, promovido pela Prefeitura Municipal de São Vicente e pelo Instituto Histórico e Geográfico do Município, teve lugar na heráldica Casa do Barão, na Rua Frei Gaspar, 280, contando com a presença de numeroso público bem como das autoridades locais.

Foi uma ótima oportunidade de reunir monarquistas do litoral de São Paulo e de difundir o ideário monárquico entre os presentes.


O BRASIL IMPERIAL


140x140
Rainha Dona Maria I

140x140
Dom João VI

140x140
Dom Pedro I

140x140
Dom Pedro II

140x140
Gastão de Orleans

140x140
Princesa Isabel

A FAMÍLIA IMPERIAL


140x140
Dom Luiz

140x140
Dom Bertrand

140x140
Dom Antônio

140x140
Dom Pedro Henrique

140x140
Princesa Maria da Baviera

140x140
Dom Luiz

140x140
Dona Maria Pia

Pró Monarquia é uma associação cívico-cultural sem fins lucrativos, fundada em 1990, que tem por finalidade promover, orientar e coordenar iniciativas voltadas à restauração do regime monárquico de governo no Brasil, observada a legitimidade dinástica. Assim, sob os auspícios do Chefe da Casa Imperial do Brasil S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, realiza e incentiva atividades de estudo, formação e divulgação concernentes à Dinastia brasileira, à nossa história, valores e tradições, bem como à excelência do regime monárquico enquanto tal e à realidade nacional, de modo a obter a coesão dos monarquistas brasileiros em torno de um mesmo ideário e atrair para a causa monárquica a simpatia e a adesão dos compatriotas.